quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Obama e Osama

Hoje, o mundo todo ficou feliz. Brilhou um raio de esperança na visão do futuro. A eleição de Barack Obama à presidência dos EUA demonstra que o mundo está passando por mudanças. Antigos preconceitos estão sendo deixados de lado e novas lideranças políticas estão surgindo. É tempo de boas novas.

No entanto, meu objetivo aqui é narrar uma breve história desde o primeiro mandato de Bush até o que acaba este ano, culminando na vitória de Obama.

Então, no ano 2000, tivemos a vitória de George W.Bush, numa eleição um tanto quanto duvidosa. No seu mandato mostrou-se um presidente sem carisma, péssimo governante, sem liderança política. Seu mandato estaria perdido e uma reeleição republicana praticamente impossível se não fosse...se não fosse...um tal de Osama. O ataque às torres foi a "salvação" de Bush. Aproveitou-se da situação para incorporar um espírito de "presidente forte capaz de proteger os EUA das ameaças do terrorismo do Oriente Médio". Atacou o Afeganistão, não achou Osama. Atacou o Iraque.

Ambos esses ataques fizeram com que Bush demonstrasse força, uma força que não possuia realmente. Porém que foi capaz de reelegê-lo em 2004, vencendo o então candidato democrata John Kerry. Entretanto, logo depois, a verdade apareceu. O exército norte-americano se perdeu na guerra do Iraque, levando o seu país mais ainda ao rídiculo na opinião mundial. Internamente, os americanos começam a perceber o idiota que elegeram. A falsa força de Bush cai.

Nesse momento, entra em cena um tal senador, mais especificamente de Illinois, mais especificamente ainda, de cor negra. Inteligentíssimo, carismático, autor de vários best-sellers. Alguém que representa o novo, este é o símbolo de Obama, o progresso moral e social. Soma-se a isso o fracasso de Bush no Oriente Médio e a crise fincaneira, impossibilitando qualquer vitória de um candidato republicano à presidência em 2008. Enfim, aconteceu o óbvio: Obama venceu.

Um Osama causou um Obama. Parabéns, Barack Obama. E que você cumpra o papel que representa.

5 comentários:

Anônimo disse...

Ok, você falou de futebol, falou de pobreza, falou do Osama e do Obama e aí falou de mudanças políticas, mas me senti desapontada. Sinceramente, achei que o seu primeiro post seria sobre a derrota do Gabeira e que você ia começar um movimento na blogosfera contra o Eduardo Paes. Está adiando o inevitável? É óbvio que você quer falar do Gabeira, amor, posta logo sobre ele! (:

O Obama é fofo, eu tenho esperança de que com ele as coisas possam começar a mudar (já começaram, como vc mesmo disse) dentro dos EUA.

beijo

Anônimo disse...

E ele é de Illinois? A Nina também, que legal (:

Zé Teles disse...

A carreira política dele se lançou em Illinois, mais especificamente em Chicago. No entanto, ele nasceu no Havaí.

E, só a tom de informação, não sou contra o Eduardo Paes. Tanto que não vou com a cara daquele MPD (Movimento Pró-democracia) que quer um 3o turno. Sou a favor que ele seja punido pelos crimes eleitorais, a punição provávelmente seria uma multa. Na verdade, o que mais quero mesmo é pressiná-lo para que cumpra suas promessas.

Como dizem, política não é futebol. Não sou gabeirista. Sou um cidadão que quer um Rio melhor. Portanto, não sou contra o futuro prefeito da minha cidade.

Cristiano Gomes disse...

Ele falou do Obama, mas esqueceu de comentar o que eu penso, que o obama e o gabeira são os dois maiores vencedores desse ano, ambos inauguraram um jeito novo e maravilhoso de fazer política, sem precedentes

Zé Teles disse...

Cri, concordo TOTALMENTE.